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EXCELÊNCIA, QUALIDADE, EXPERIÊNCIA & COMPROMETIMENTO...

Projetos

projeto

Para obtenção do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiro) é necessário a aprovação no Corpo de Bombeiro do Projeto Técnico ou Projeto Técnico Simplificado com o dimensionamento das medidas de segurança contra incêndio.


Elaboração e detalhamento do Projeto Técnico de Prevenção e Combate a Incêndios, memoriais descritivos dos sistemas, cálculos hidráulicos, lista de materiais e folhas técnicas dos equipamentos seguindo as normas brasileiras (ABNT) e/ou internacionais (NFPA / FM GLOBAL) entre outras.


Para aprovação do projeto junto as Seguradoras é fundamental identificar os requisitos do cliente e as características específicas do empreendimento com atenção especial aos aspectos que viabilizam os melhores resultados e desempenho das medidas de segurança contra incêndio.

Consultoria e Laudos

spda

Orientações técnicas dos nossos Engenheiros especializados das normas técnicas nacionais (ABNT) e internacionais (NFPA e FMGLOBAL) com foco na solução e viabilidade das medidas de prevenção e combate a incêndio.


Inspeção Periódica: Quando da renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiro) é necessária a apresentação dos relatórios de inspeção periódica do responsável técnico dos sistemas de Alarme e Detecção de Incêndio, do sistema de Hidrantes e Mangotinhos e do sistema de Chuveiros Automáticos (Sprinklers). O CLCB (Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros) é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros, após apresentação dos documentos comprobatórios, certificando que a edificação ou área de risco atende às exigências quanto às medidas de segurança contra incêndio. Para a aquisição ou renovação do CLCB é necessária apresentação dos seguintes documentos:

Preenchimento do Formulário de Avaliação de Risco do Responsável Técnico, diretamente no portal do Via Fácil Bombeiros;

Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica (ART/RRT) referente à instalação e/ou manutenção dos sistemas de segurança contra incêndio;

Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica (ART/RRT) referente ao dimensionamento das saídas de emergência, se edificação do Grupo F;

Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica (ART/RRT) do responsável técnico sobre os riscos específicos existentes na edificação, tais como: controle de material de acabamento e revestimento (quando exigido), gases inflamáveis, vasos sob pressão, entre outros (se houver);

Recolhimento de emolumento correspondente ao serviço de segurança contra incêndio.

Formulário de Avaliação de Risco do Responsável Técnico com o preenchimento conforme o modelo constante no Anexo B do Corpo de Bombeiros de São Paulo.


Instalação e Manutenção

eletrica

Para renovação do AVCB é necessário realizar, através de um especialista em segurança contra incêndio, uma criteriosa inspeção e testes dos sistemas de segurança contra incêndio, seguindo as normas técnicas vigentes com emissão da ART (Atestado de Responsabilidade Técnica).


A principal preocupação da segurança contra incêndio é a proteção da vida dos ocupantes e uma das melhores maneiras de minimizar as perdas é avisá-los de forma rápida utilizando os sistemas de detecção e alarme de incêndio.

Desta forma não só é possível a evacuação dos ocupantes com segurança e eficiência, mas também em como as equipes de intervenção poderão atuar em melhores condições de segurança e reduzir a possibilidade de o fogo se alastrar a outros compartimentos ou edifícios vizinhos.

Em situações menos graves, uma detecção precoce pode permitir a atuação rápida das pessoas presentes no edifício, evitando que se forme um incêndio de proporção significativa com a possibilidade de extinção ou controle do mesmo.

É um método de proteção que assume um papel muito importante, pois qualquer fogo detectado numa fase precoce pode ser controlado mais facilmente, evitando que se alastre a outros compartimentos, o que minimiza danos materiais e, principalmente, reduz o risco de morte para ocupantes e bombeiros.

Os projetos do Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio devem conter todos os elementos necessários ao seu perfeito funcionamento, de forma a garantir a detecção de um princípio de incêndio, no menor tempo possível, nos termos da NBR 17240 e NFPA 72, e ainda, prever os elementos necessários ao seu completo entendimento.


Segundo a ABNT NBR 10898 a iluminação de emergência deve clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal.

A intensidade da iluminação deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta a possível penetração de fumaça nas área

O sistema de iluminação de emergência deve:

Permitir o controle visual das áreas abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se;

Manter a segurança patrimonial para facilitar a localização de estranhos nas áreas de segurança pelo pessoal da intervenção;

Sinalizar inconfundivelmente as rotas de fuga utilizáveis no momento do abandono do local;

Sinalizar o topo do prédio para a aviação comercial.

Em casos especiais, a iluminação de emergência deve garantir, sem interrupção, os serviços de primeiros socorros, de controle aéreo, marítimo, ferroviário e outros serviços essenciais instalados.

O tempo de funcionamento do sistema de iluminação de emergência deve garantir a segurança pessoal e patrimonial de todas as pessoas na área, até o restabelecimento da iluminação normal, ou até que outras medidas de segurança sejam tomadas.

No caso do abandono total do edifício, o tempo da iluminação deve incluir, além do tempo previsto para a evacuação, o tempo que o pessoal da intervenção e de segurança necessita para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate em caso de incêndio.


A ABNT NBR 13434 é a norma nacional de sinalização de segurança contra incêndio e pânico que fixa os requisitos exigíveis e fornece uma mensagem geral de segurança, obtida por uma combinação de cor e forma geométrica, fornecendo uma mensagem específica de segurança pela adição de um símbolo gráfico executado com cor de contraste

A sinalização de segurança contra incêndio e pânico tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes, e garantir que sejam adotadas ações adequadas à situação de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.


Extintores de incêndio são utilizados como primeira linha de ataque contra incêndio de tamanho limitado.

Segundo a ABNT NBR 12693, a seleção de extintores para uma dada situação deve ser determinada pela característica e tamanho do fogo esperado, tipo de construção e sua ocupação, risco a ser protegido, as condições de temperatura do ambiente, e outros fatores.

A capacidade extintora mínima de cada tipo de extintor portátil, para que se constitua uma unidade extintora, deve ser:

Água pressurizada: capacidade extintora de no mínimo 2-A;

Carga de espuma mecânica: capacidade extintora de no mínimo 2-A:10-B;

Carga de dióxido de carbono (CO2): capacidade extintora de no mínimo 5-B:C;

Carga de pó BC: capacidade extintora de no mínimo 20-B:C;

Carga de pó ABC: capacidade extintora de no mínimo 2-A:20-B:C;

Carga de halogenados: capacidade extintora de no mínimo 5-B:C.

A capacidade extintora de cada tipo de extintor sobre rodas, para que se constitua uma “unidade extintora”, deve ser:

Carga d’água: capacidade extintora de no mínimo 10-A;

Carga de espuma: capacidade extintora de o mínimo 6-A: 40B;

Carga de dióxido de carbono (2): capacidade extintora de no mínimo 10-B: C;

Carga de pó BC: capacidade extintora de no mínimo 80-B:C;

Carga de pó ABC: capacidade extintora de no mínimo 6-A: 80 - B:C.


O sistema de Sprinkler (chuveiros automáticos) é um dos sistemas eficazes no combate ao princípio do incêndio que antecipa a ação humana de forma imediata.

O sistema de Sprinklers processa a descarga automática da água sobre o foco do incêndio, em uma densidade adequada para controlá-lo ou extingui-lo em seu estágio inicial.

O tempo de potencialização do incêndio é significativamente aumentado, passando o “Flash Over” de 1 a 4min para mais de 20min, tempo suficiente para o Corpo de Bombeiros chegar no local, controlar e apagar o incêndio completamente.

É um sistema especial de proteção contra incêndio e, portanto, requer experiência e conhecimento profissional para o desenvolvimento do projeto, da instalação e da manutenção.

As normas nacionais ABNT NBR 10897 e NBR 16400 e a norma internacional NFPA 13 são as que estabelecem os requisitos mínimos para o projeto e a instalação de sistemas de proteção contra incêndio por Sprinklers (Chuveiros Automáticos), incluindo as características de suprimento de água, seleção de Sprinklers, tipo de conexões, tubulação, válvulas de governos, válvulas gaveta e/ou borboletas e todos os materiais e acessórios envolvidos nas instalações.


O sistema de Hidrantes é um dos sistemas mais utilizados para combater o fogo, já que, quando bem dimensionado é capaz de extinguir focos de incêndio sem a utilização de viaturas do corpo de bombeiros.

A sistema de hidrantes é formado por uma rede hidráulica composto de pontos de tomada de água, com uma ou duas saídas, que possuem válvulas globos angulares, mangueiras de incêndio, abrigo de incêndio, adaptadores e tampões Storz.

Quando hidrantes e mangueiras são requeridos, é necessário que estes tenham condições adequadas de funcionamento e também devem ser instalados de acordo com as normas vigentes, além de pessoal adequadamente treinado para seu manuseio.

O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por métodos adequados para este fim

O sistema hidrante é considerado um sistema de proteção ativa destinado ao combate manual do princípio do incêndio e devem seguir a norma nacional ABNT NBR 13714 ou a norma internacional NFPA 14.


Os sistemas de espuma para o combate a incêndio fazem parte de projetos de engenharia de incêndio e são exigidos em edificações de produção, armazenamento, manipulação e distribuição de líquidos combustíveis e inflamáveis.

A espuma de combate a incêndio é uma massa de bolhas pequenas de densidade menor que a de muitos líquidos inflamáveis e menor que a densidade da água. Trata-se de um agente que cobre e resfria, produzido através da mistura do ar com uma solução que contém água e espuma mecânica.

A espuma é utilizada para o combate a incêndios de líquidos inflamáveis ou combustíveis de quatro maneiras:

Exclui o ar dos vapores inflamáveis;

Elimina os vapores da superfície do combustível;

Separa a chama das superfícies combustíveis;

Resfria a superfície combustível e as superfícies em volta.


Todas as áreas que armazenem produtos inflamáveis ou combustíveis, devem possuir uma proteção por sistema de resfriamento.

Os projetos de Engenharia de Incêndio, aplicados aos dimensionamentos dos sistemas de resfriamento são muito utilizados no combate de incêndios envolvendo líquidos combustíveis e inflamáveis (hidrocarbonetos ou solventes polares), como a gasolina, o querosene, óleo diesel e álcool.

a) linha manual com esguicho regulável;

b) canhão monitor manual ou automático;

c) sistema fixo de chuveiros automáticos ou aspersores.


A norma ABNT NBR 8674 fixa as condições exigíveis para o projeto, instalação, manutenção e ensaios de sistemas fixos automáticos de água nebulizada para proteção contra incêndio de transformadores e reatores de potência.

O sistema de água nebulizada é constituído por um sistema de tubulações fixas conectadas à fonte confiável de água, equipado com bicos de nebulização, válvulas dilúvio, instrumentos e dispositivos de comando e sinalização, destinado à proteção contra incêndio, por meio de nebulização de água. O controle da combustão é feito pela aplicação de água com a formação de neblina constituída de finas gotículas não contínuas sobre o equipamento ou área onde ocorrer um incêndio, para controlar a combustão e limitar a liberação do calor até que o fogo seja extinto.

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